Feito por Elas #16 Chantal Akerman

Nesse programa falamos sobre a diretora belga Chantal Akerman, conhecida por seu cinema experimental de cunho feminista. Seu primeiro longa, Jeanne Dielman, 23, Quai du Commerce, 1080 Bruxelles (1975), que realizou aos vinte e quatro anos, é uma obra que explora o rigor estético e a beleza do cotidiano. Com Toda Uma Noite (Toute Une Nuit, 1982) explorou os aspectos rítmicos da corporalidade em cena através de uma narrativa episódica. Já Não é um Filme Caseiro, seu último trabalho, é um documentário a respeito de sua mãe que joga luzes sobre sua própria obra e trajetória.

O programa é apresentado por Isabel Wittmann do Estante da Sala,  Stephania Amaral do site homônimo e Instagram Discos da SteCamila Vieira do Sobrecinema e Verberenas e Samantha Brasil do Delirium NerdPartidA Feminista e Cineclube Delas, com participação da professora doutora Carla Maia, que há dez anos pesquisa sobre a diretora. Para entrar em contato com a participante, escreva para [email protected]

Edição: Angélica Hellish

Feedback: cinemafeitoporela[email protected]


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Arte da capa: Amanda Menezes

Vinheta: Mey Linhares

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Veja a arte de Marcos Noriega para o episódio acessando esse link.

Mencionados:

[FILME] Standard Time (1967), de Michael Snow.

[FILME] Os Dias com Ele (2012), de Maria Clara Escobar

[FILME] Chantal Akerman, de cá (2010), de Gustavo Beck e Leonardo Luiz Ferreira

[REFERÊNCIA] Edward Hopper

[VÍDEO] Abertura de A Loucura de Almayer (La folie Almayer, 2011), de Chantal Akerman

[REVISTA] Devires, Dossiê: Chantal Akerman

[ARTIGO] Duas ou três coisas que sei dela, por Carla Maia

[ARTIGO] De Plano em Plano: o cinema unitário de Chantal Akerman, por Fábio Andrade

[DISSERTAÇÃO] Lá, do outro lado: subjetivação em dois filmes de Chantal Akerman, por Carla Maia

[SITE] Carla Maia